Após fechar loja, Carole Crema aposta em sobremesas para restaurantes e iFood
Durante mais de duas décadas, a confeitaria de Carole Crema foi a principal vitrine da chef em São Paulo. Era da unidade no Jardins que saíam bolos, doces e encomendas que ajudaram a consolidar seu nome na gastronomia brasileira.
A decisão eliminou cerca de 100 produtos do portfólio e marcou uma mudança de estratégia. O negócio está organizado em três frentes de crescimento: a Com.Feito, marca criada para atender pequenos e médios restaurantes, e o desenvolvimento de sobremesas para grandes redes; e a expansão da marca Carole Crema no iFood, canal que passa a atender o consumidor final que antes encontrava seus produtos na loja.
A decisão eliminou cerca de 100 produtos do portfólio e marcou uma mudança de estratégia. O negócio está organizado em três frentes de crescimento: a Com. Feito, marca criada para atender pequenos e médios restaurantes; o desenvolvimento de sobremesas para grandes redes; e a expansão da marca Carole Crema no iFood, canal que passa a atender o consumidor final que antes encontrava seus produtos na loja.
Nos últimos meses, Carole passou a liderar pessoalmente a frente comercial da empresa. Além de desenvolver produtos, hoje visita clientes, prospecta novas contas e participa das negociações com redes que considera estratégicas. "Troquei meu figurino e virei executiva comercial", diz.
A meta agora é acelerar o negócio. A empresa que fatura cerca de R$ 1,5 milhão por mês pretende aumentar o faturamento em 30% até o fim do ano.
A nova fase da empresa também coincide com a entrada dos sócios Marcelo Shiraishi e Daniel Kataguiri, que passaram a dividir a gestão do negócio com Carole há cerca de um ano e meio. Juntos, reorganizaram a operação, definiram novas frentes de crescimento e estruturaram um plano para ampliar a atuação da empresa tanto no mercado B2B quanto no consumidor final.
A confeitaria para quem não tem confeiteiro
Entre as três frentes, é na Com. Feito que Carole enxerga o maior potencial de crescimento.
A marca foi criada para atender um público pouco explorado pela indústria: padarias, cafeterias, empórios e pequenos restaurantes que querem oferecer sobremesas sem manter uma operação própria de confeitaria.
Fonte:Revista Exame